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33ª 10 KM Tribuna FM Unilus – Santos 2018

No domingo 20 de maio de 2018, na cidade de Santos/SP, aconteceu a 33ª edição da corrida 10 Km Tribuna FM Unilus, a prova  disputada com um clima perfeito comprovou o que todos sempre esperam quando se inscrevem para correr em Santos.

Os recordes pessoais foram destruídos e para não deixar dúvida que a prova é rápida e estimula todos a extrairem o melhor para cruzar a linha de chegada, o campeão não só venceu a prova, como bateu o seu recorde pessoal e aniquilou o recorde dos 10 Kms em Santos com incríveis 27 minutos e 22 segundos, a TERCEIRA melhor marca do ano na distância.


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Após cruzar a linha de chegada, a grande maioria dos participantes era só felicidade pelos novos recordes pessoais conseguidos na distância. Esse ano além da altimetria favorável com o percurso plano correndo no nível do mar, o sol apareceu somente para iluminar o dia e esquentar o frio da gélida manhã. Só não totalmente perfeito por conta de um “ventinho” contra nos kms finais. Se não tivesse esse ventinho, os tempos poderiam ser ainda menores.

O dominio dos primeiros lugares foi estrangeiro, e os melhores brasileiros também conquistaram seus melhores tempos nos 10 kms.

Correr os 10 kms da Tribuna, em Santos é um estímulo para grandes marcas pessoais.

Quem correu lá concorda?

 

Confira abaixo mais sobre a prova.


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Corredor de Uganda “pulveriza” recorde no

33º 10 KM Tribuna FM-Unilus 

em Santos e garante a terceira melhor marca do Mundo na distância em 2018

ENTRE AS MULHERES, QUENIANA RECORDISTA GARANTE O BICAMPEONATO DA PROVA

Santos novamente entrou no cenário mundial das corridas de rua com o 33º 10 KM Tribuna FM-Unilus.

Neste domingo (20), o atleta de Uganda, Maxwell Kortek Rotich, correu muito forte, surpreendeu a todos e “pulverizou o recorde da prova, garantindo a terceira melhor marca do Mundo na distância nesta temporada, segundo as estatísticas da IAAF, a Federação Internacional de Atletismo.

Num sprint final fantástico, ele cruzou a linha de chegada em incríveis 27 minutos e 22 segundos, baixando 23 segundos a marca do queniano Edwin Rotich, em 2013. O queniano bicampeão em 2016/17, Paulo Kipkorir Kipkemoi, não conseguiu fazer frente ao surpreendente recordista, terminando em segundo lugar, com 28min17s. O mineiro Giovani dos Santos foi o melhor brasileiro, em terceiro lugar, com 28min37s, sua melhor marca pessoal na carreira.

Entre as mulheres, a atual recordista da prova, Paskalia Chepkorir Kipkoech, do Quênia, voltou a Santos e correu isolada, com larga vantagem, vencendo com 32min15s, o oitavo melhor tempo do Mundo em 2018. Em 2012, ela venceu e estabeleceu o recorde em Santos, com 30min57s.

Desta vez, a queniana chegou mais de um minuto à frente da colombiana Muriel Coneo Paredes, atual campeã pan-americana dos 1.500 metros, que garantiu 33min31. A amazonense Franciane dos Santos Moura foi outra grande surpresa na disputa, sendo a melhor do Brasil no feminino, com 33min42s, também sua melhor marca pessoal na carreira.

Pelas vitórias, os dois africanos faturaram R$ 24 mil cada um, sendo que Mawell ainda levou um bônus de mais R$ 5 mil pelo novo recorde. No total, a prova distribuiu R$ 95,4 mil, entre os dez melhores do masculino e do feminino. Os tempos feitos confirmaram a fama da corrida ser a mais rápida do País na distância, por seu percurso totalmente plano, ao nível do mar, e a manhã de domingo com sol e clima ameno, com a largada em torno dos 17 graus, foi propícia para os atletas baixarem seus recordes pessoais.

A prova reuniu 18 mil inscritos no percurso e outras milhares de pessoas na torcida, incentivando os atletas a cada passada, sobretudo no trecho final, no maior evento esportivo da região e a principal corrida de rua do País na distância. Os famosos pelotões, grupos uniformizados de academias, empresas e associações, uma tradição no evento, aumentaram ainda mais a animação do início ao fim.

Destaque, também, para uma das novidades deste ano, o Pelotão da Igualdade, grupo de caráter participativo que incentiva a acessibilidade das pessoas com deficiência, com voluntários empurrando cadeiras especiais para que todos possam participar da festa. Entre os participantes estava o ídolo do Santos FC e também ex-craque do Barcelona, Giovanni, o G-10, que conduziu o seu filho Gennaro, de 13 anos, vítima de paralisia cerebral. “Emoção muito grande. Sempre importante a gente estar com a nossa família, com os nossos filhos. Momento de muita felicidade”, falou o ex-jogador do Santos.

 

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Na prova masculina, Maxwell se destacou do grupo da frente ainda no quilômetro quatro. Orientado pelo técnico Moacir Marconi, o Coquinho, que há 20 anos trabalha com atletas africanos, optou por não se hidratar para manter o mesmo ritmo forte e, ao chegar na avenida da praia, exatamente no KM 8, recebeu o comando do técnico “Record, Go!” e a partir dali apertou ainda mais as passadas, fazendo uma chegada fantástica.

“Fiquei muito feliz porque consegui quebrar o recorde. O tempo estava ótimo, ajudou na corrida”, disse o tímido Maxwell, que numa conversa com Coquinho expressou a vontade de correr para abaixo dos 27 minutos. “Ele me falou que quer chegar aos 26min50s. E então o encorajei a vir para Santos, onde sabia que seria possível. Fizemos a estratégia e foi muito bom”, vibrou o experiente Coquinho.

Nos melhores tempos do Mundo em 2018, pelo ranking da IAAF, só dois quenianos estão à sua frente, com marcas feitas na prova em Nova Iorque (EUA), dia 29 de abril: Ronex Kipruto, com 27min08s, e Mathew Kimeli, com 27min19s.

Giovani dos Santos também comemorou o terceiro lugar. “Graças a Deus eu esperava fazer minha melhor marca e consegui. Fui junto com eles até o KM 4 e depois eles começaram a abrir. Estou feliz pelo resultado, o melhor tempo de 10 km de rua”, afirmou.

Já na disputa feminina, Paskalia não tomou conhecimento das rivais desde o primeiro quilômetro. Correu sozinha todo o tempo, sem a mínima chance de ter a vitória ameaçada. “Foi mais uma experiência muito boa. A praia da cidade é muito bonita de se ver. Decidi correr porque me senti preparada. Não consegui quebrar o recorde, mas fiz um ótimo tempo e quero voltar aqui para melhorar minha marca”, revelou a corredora


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A colombiana Muriel também decidiu voltar a Santos para correr forte. Especialista em provas de pista, ela é a atual campeã pan-americana dos 1.500m e sul-americana também dos 1.500 e dos 5.000m. “Nossa, a Paskalia saiu sozinha depois do KM 1 e como sei meu limite e não queria quebrar mantive o segundo lugar. Foi ótimo. Grande prova. Faço pista, mas adoro correr rua, ainda mais aqui”, falou.

Franciane correu pela segunda vez em Santos. No ano passado ela foi a 11ª colocada e voltou com objetivo de ficar entre as dez. “Vim com a Joziane (Silva Cardoso, quarta colocada) até o final e deixei um último fôlego para chegar. Esse foi meu melhor resultado na carreira”, festejou.

HEXACAMPEÃO PRESTIGIA – Maior campeão da prova, com nada menos que seis títulos, o agora aposentado Marilson Gomes dos Santos prestigiou a prova. Acompanhou o seu técnico Adauto Domingues, aproveitou para orientar alguns dos atletas que estão iniciando e antecipou que poderia ser dia de recorde, diante das condições favoráveis de clima.

“Estou iniciando, acompanhando, dando uma força que treinam com a gente e os conhecidos. Estou tentando aprender alguma coisa do outro lado”, falou. “Conheço bem o percurso, a temperatura ajudou. Não lembro de ter corrido com um clima desses. Se eu fosse correr, estaria pensando em recorde, com certeza. Mas minha história já foi. Agora é torcer por novos talentos”, complementou.

CAMPEÃ MUNDIAL DE BOXE – Outra grande atração na prova, os pelotões fizeram uma grande festa. Os dois maiores foram premiados pela organização, o Cesari, com 581 participantes todos de amarelo em homenagem ao Brasil na Copa, faturando na categoria institucional, e a UP! Fitness Academia, com 449 pessoas, no famoso “Mar Vermelho” com todos de uniforme vermelho.

Outro grupo que sempre chama a atenção e foi o primeiro a ser formado ainda em 1993, foi o da Memorial, que trouxe à frente do pessoal ninguém menos que a primeira brasileira campeã mundial de boxe, Rose Volante, título conquistado em dezembro do ano passado. “Essa prova é sempre um incentivo ao esporte, à qualidade de vida e trouxemos a Rose para enaltecer esse grande evento”, comentou o diretor-comercial da Memorial, Flávio Amante.

BAIXADA SANTISTA – Ainda na prova, a região esteve bem representada com David Benedito em 17º lugar, com 30min26s, José Uilton Nascimento Santos, na 22ª colocação, com 31min13s, e a revelação João Magalhães, em 24º, com 31min17s, os dois primeiros de Praia Grande e o terceiro de Santos. A Baixada Santista também fez bonito com dobradinha entre os cadeirantes da equipe FastWheels. Heitor Mariano (Fupes/Accelerade/ContruMade/Auto501) e Vanessa Cristina de Souza (Unimes/Fupes/MSC) garantiram os bicampeonatos.

“É uma alegria vencer pela segunda vez. Faz anos que disputo essa prova. Das últimas vezes, não consegui fazer uma preparação mais específica. Neste ano, sobrou um tempinho no calendário, treinei melhor e, graças a Deus, consegui fazer um bom tempo”, comentou Heitor Mariano, que venceu a primeira edição em 2014 e, em 2017, ficou na segunda colocação da prova.

Vanessa também comemorou seu excelente desempenho, consagrando-se como nova recordista brasileira de 10 km na modalidade. “Consegui baixar meu tempo, graças a Deus. Ano passado, fiz em 26 minutos e 1 segundo. Neste ano, tomei um ‘capote’ no segundo chip, mas fiquei bem feliz com o meu resultado. A prova é rápida, dinâmica, me senti muito bem disputando mais um ano”, afirmou Vanessa.

Para o diretor-presidente de A Tribuna, Marcos Clemente Santini, a 33ª edição consecutiva da prova reuniu todos os pontos de sucesso, como tempo bom, nível técnico excelente, com direito a recorde e muita animação, tanto entre os participantes quanto entre os espectadores. “Foi perfeita. Tempo maravilhoso, porque correr no frio é muito melhor, não cansa tanto e o melhor, não estava tanta umidade. Foi uma festa, muita gente assistindo, incentivando e teve o recorde, que vai demorar para ser superado, por ser muito forte e confirma a qualidade do nosso percurso”, ressaltou Santini.

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RESULTADOS OFICIAIS DO 33º 10 KM TRIBUNA FM-UNILUS

CATEGORIA MASCULINA

COLNOMETEMPOPATROCÍNIO/EQUIPE
1Maxwell Kortek Rotich (Uganda)27min22s*Fila/Bioleve
2Paul Kipkorir Kipkemoi (Quênia)28min17sLuasa Sports/Caixa
3Giovani dos Santos28min37s361º
4Altobeli dos Santos Silva28min47sPinheiros/Marinha do Brasil
5Wendell Jerônimo de Souza28min55sTrtsports/Clube Cantão
6Gilmar Silvestre Lopes29min15sCruzeiro EC
7Cezidio Neto29min19sAcorremar/Big Power
8Gladson Alberto Silva Barboza29min23sPinheiros
9Johnatas de Oliveira Cruz29min34sPé de Raio
10Samuel Souza do Nascimento29min36sOrcampi/Unimed/André Pinturas

*NOVO RECORDE DA PROVA

CATEGORIA FEMININA

COLNOMETEMPOPATROCÍNIO/EQUIPE
1Paskalia Chepkorir Kipkoech (Quênia)32min15sFila/Bioleve
2Muriel Coneo Paredes (Colômbia)33min31sEquipe Porvenir Colômbia
3Franciane dos Santos Moura33min42sManaus Automotive/Balbino Performance
4Joziane da Silva Cardozo33min48sLondrina/Caixa
5Marcela Cristina Gomez Cordeiro (Argentina)33min56sCruzeiro EC
6Meseret Gezahegn Merine (Etiópia)34min20sLuasa Sports/Caixa
7Carmen Patrícia Martinez Aguilera (Paraguai)34min22sNew Balance Paraguai
8Camila Aparecida dos Santos34min25sTrsports
9Maria Aparecida Ferraz34min39sPinheiros
10Valdilene dos Santos Silva34min49sPinheiros

FONTE e FOTOS: FMA NOTÍCIAS/CHIPTIMING

 

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TODOS OS CAMPEÕES DOS 10 KM TRIBUNA FM-UNILUS


33ª edição – 2018  
Maxwell Kortek Rotich (Uganda) – 27min22s (novo recorde) /Paskalia Chepkorir Kipkoech (Quênia) – 32min15s

32ª edição – 2017 Paul Kipkorir Kipkemoi (Quênia) – 28min27s / Tatiele Roberta de Carvalho – 33min30s

31ª edição – 2016 Paul Kipkorir Kipkemoi (Quênia) – 28min55s / Failuna Abdi Matanga (Tanzânia) – 32min48s

30ª edição – 2015 Edwin Kipsang Rotich (Quênia) – 28min20s / Nancy Jepkosgei Kiprop (Quênia) – 32min28s

29ª edição – 2014 Joseph Kachapin Aperumoi (Quênia) – 28min17s / Nancy Jepkosgei Kiprop (Quênia) – 32min13s

28ª edição – 2013 Edwin Kipsang Rotich (Quênia) – 27min45s / Nancy Jepkosgei Kiprop (Quênia) – 32min36s

27ª edição – 2012 Mark Korir (Quênia) – 28min01s / Paskalia Kipkoech (Quênia) – 30min57s (recorde)

26ª edição – 2011 Marilson Gomes dos Santos – 27min59s / Eunice Kirwa (Quênia) – 32min07s

25ª edição – 2010 Marilson Gomes dos Santos – 28min18s /Eunice Kirwa (Quênia) – 33min04s

24ª edição – 2009 Marilson Gomes dos Santos – 28min16s / Eunice Kirwa (Quênia) – 32min52s

23ª edição – 2008 Joseph Kibiott Ngetich (Quênia) – 28min47s / Fabiana Cristine da Silva – 34min10s

22ª edição – 2007 Lawrence Kiprotich (Quênia) – 28min06s / Ednalva Lauriano – 33min12s

21ª edição – 2006 Marilson Gomes dos Santos – 28min27s / Bertha Oliva Sanches (Colômbia) – 33min23s

20ª edição – 2005  Marilson Gomes dos Santos – 28min30s / Margaret Karie (Quênia) – 33min56s

19ª edição – 2004 Benson Cherono (Quênia) – 28min10s / Ednalva Lauriano – 33min22s

18ª edição – 2003 Marilson Gomes dos Santos – 28min18s /Ednalva Lauriano – 33min25s

17ª edição – 2002  João Ntyamba (Angola) – 28min50s / Ednalva Lauriano – 33min16s

16ª edição – 2001  João Ntyamba (Angola) – 28min24s / Leah Kiprono (Quênia) – 33min44s

15ª edição – 2000 João Ntyamba (Angola) – 28min27s / Fabiana Cristine da Silva – 33min22s

14ª edição – 1999 Nestor Garcia (Uruguai) – 28min15s / Martha Tenório (Equador) – 33min09s

13ª edição – 1988 Valdenor dos Santos – 28min26s / Martha Tenório (Equador) – 32min57s

12ª edição – 1997 Vanderlei Cordeiro de Lima – 28min01s / Carmen de Oliveira – 33min47s

11ª edição – 1996  Ronaldo da Costa – 28min20s / Marcia Narloch – 33min49s

10ª edição – 1995 Ronaldo da Costa – 28min14s / Roseli Machado – 32min12s

9ª edição – 1994 Luiz Antonio dos Santos – 29min25s / Leone Justino – 35min50s

8ª edição – 1993  Odiles Marçal – 30min30s / Leone Justino – 37min26s

7ª edição – 1992 Odiles Marçal – 30min46s / Sonia Maria Marques – 36min50s

6ª edição – 1991 Silvio Maia – 31min12s / Leone Justino – 38min38s

5ª edição – 1990 Silvio Maia – 31min09s / Magali Aparecida – 38min38s

4ª edição – 1989 José Gama Ribeiro – 34min54s/ Magali Aparecida – 38min02s

3ª edição – 1988 Silvio Maia – 30min20s /Elisabeth Ribeiro – 40min14s

2ª edição – 1987 José Milton dos Santos – 31min47s / Luiza Felix do Nascimento – 40min29s

1ª edição – 1986 Cláudio Ribeiro – 30min53s / Rosa Maria Leal – 37min00s

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Sobre Antonio Colucci

Um corredor que escreve, ‘RunPorter’ e Pai do Diego.
Correndo desde 2004;
Escrevendo desde 2007;
Pai do Diego desde 2008;
Maratonista desde 2009.

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