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Fiscal dos corredores (?)

Sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Era só o que faltava!

O que já estava ficando chato, agora virou palhaçada. Falta pouco para o FIM DAS CORRIDAS DE RUA.

Infelizmente, ou felizmente o Post que eu estava escrevendo sobre esse tema se perdeu, não salvou, e não foi possível publicá-lo, coisas da tecnologia, da internet. E com a correria do dia-a-dia, foi ficando para depois. Agora o depois chegou e novas lembranças voltaram para melhorar ainda mais a situação.

Lembrei de quando eu era criança, da minha avó toda feliz que seria ela UMA FISCAL DO SARNEY, (garotada com menos de 35 anos procurem no google sobre”, que os preços ficaram CONGELADOS e enfim, seria fácil controlar as despesas. Quem viveu essa época, mesmo eu com meus 11 anos lembro bem o FIASCO que foi, só serviu para o Senhor presidente aumentar seus poderes e continuar mandando no país até hoje, a população mais uma vez foi enganada, se deu mal e caiu no conto do FISCAL.

Olha que LINDO: Cada brasileiro e brasileira deverá ser um fiscal dos preços, um fiscal do presidente para a execução fiel desse programa em todos os cantos desse país. *

Agora no mundo das corridas criaram uma página para “CAGUETAR” os infratores e começaram da pior forma possível, começaram na ILEGALIDADE, começaram FAKE, sem nome, sem assinatura, sem provas.

Muito bonito querer fiscalizar os corredores(se é que esses pilantras realmente saibam o que é a corrida), mas na minha opinião começou da pior forma possível, começou na contra-mão, começou com ataques pessoais, com denúncias em prol de meia dúzia de prejudicados, é praticamente o mesmo que ficar jogando as indiretas na página pessoal, a diferença que a indireta por ter assinatura não tem o nome do acusado, e nessa página sem assinatura tem o nome do acusado, mas não tem o nome do acusador.

Se a intenção é fazer algo pela corrida, deveria em primeiro lugar ver se os organizadores tem esse interesse, de controlar, de fiscalizar, de cobrar dos corredores a idoneidade desde a hora da inscrição até a linha de chegada, mas não parece que esse seja o objetivo, parece que para qualquer tipo de fiscalização mais ampla no ambiente das corridas muitos custos serão aumentados e poucas receitas serão aferidas.

Expor pessoas em rede social não vai alterar o resultado das corridas que não são fiscalizadas.

Criar inimigos gratuitamente não vai alterar o pace de ninguém, não vai classificar ninguém para nada.

A única coisa MUITO LEGAL para os corredores comuns, que não almejam pódio, que é a confraternização e a amizade está sendo destruída por atitudes mesquinhas e “ROUBALHEIRAS” de pessoas desonestas.

Qualquer pessoa que frequente as corridas e as redes sociais sobre corrida conhece a maioria dos enganadores, os que ainda não são conhecidos é só uma questão de tempo para serem descobertos, não precisa de página FAKE para expô-los SEM PROVAS e arrumar problemas.

Se a corrida “X” permite que os desonestos sejam beneficiados, NÃO PARTICIPE mais dessa corrida, deixe que só os desonestos participem dela.

Se você tem uma denúncia COM PROVAS que alguém cometeu atos ilícitos, leve a(s) prova(s) para quem pode punir o desleal, cobre atitudes de quem tem o poder para isso.

Se determinada prova é conhecida por facilitar a “pilantragem”, não participe.

Quer ser fiscal? Cobre por isso, crie uma empresa especilizada em pegar picaretas e ofereça seus serviços para os organizadores, puna os irregulares na hora, não adianta nada ficar reclamando e acusando em rede social. Inclusive, duvido que alguém contrate essa empresa, já dei muitas ideias para dificultar essas fraudes e pouca coisa foi feita.

Muitos dos que estão RECLAMANDO e ACUSANDO as pessoas de terem cortado caminho, pegado carona, corrido com chip dos outros, com nome de mulher, com inscrição de idoso e afins sem provas concretas são as que param os carros no locais proibidos, dirigem falando e teclando no celular, xingam gratuitamente na rua, enfiam na mão na buzina e transitam com som alto em local inadequado, isso só falando de infrações de trânsito e muito provavelmente nas imediações das mesmas corridas que estão reclamando dos “malandrões”.

O problema do Brasil é o brasileiro, sempre digo isso, somos, sim, somos, porque também sou brasileiro, mal educados. 

Educação é o que falta para que BONS EXEMPLOS sejam dados. Mas, infelizmente o exemplo que vem de cima e péssimo, todos querem ser espertos, querem se dar bem, querem enganar os outros e tirar vantagens e agora com as mídias sociais querem se vangloriar de tais feitos, mesmo que sejam mentirosos.

É INACREDITÁVEL ter que ficar falando de desonestos, de fraudadores, de pessoas que não valem o ar que respiram, que prejudicam os outros enganando a si próprios.
Isso vale também para o uso de substâncias ilícitas para melhorar a performance,o dopping, que no caso de amadores, na maioria das vezes para prejudicar a saúde dos próprios ‘espertalhões’.

Não sei como esses mentirosos conseguem dormir, conseguem transformar mentiras escandalosas em verdades absolutas.

Não acredito que os organizadores farão grandes alterações para punir ou mesmo BANIR essas pessoas, como eu escrevi lá no começo, se não vê melhorias, não participe e avise o organizador esse motivo. Quem sabe assim mude alguma coisa.

E para os donos da verdade, os srs das corridas, aqueles que se dizem os fundadores de tudo, as maiores autoridades de corrida do Brasil fica a pergunta:
Por que vocês não inventaram ainda uma forma de banir esses absurdos? Por que ficar criando factóides e não tomar atitudes para melhorar? Por que não tentar educar ao invés de ficar acusando? O que adianta falar que é um grande exemplo nas corridas e ser uma grande mentira na vida real?

E ainda colocam a culpa nos … (Quem advinha?)

* O governo Sarney apostou numa medida drástica para conter a inflação descontrolada que castigava a população brasileira durante a década de 1980: o Plano Cruzado, que dentre outras medidas, “congelou” o preço das mercadorias. Dessa forma, surgiram os chamados fiscais do Sarney com uma cartela de preços do governo em mãos – muitos usando um broche verde-amarelo nas camisas com os dizeres: “Eu sou fiscal do Sarney” – denunciavam ao governo os pontos de venda que aumentassem os preços de seus produtos. Em muitos casos chamavam a polícia, que decretava ordem de prisão aos responsáveis pela remarcação dos preços e a interdição do estabelecimento comercial. 
Entretanto, o plano foi um fiasco: após um curto período de euforia de consumo e de aquecimento econômico, muitos produtos começaram a sumir das prateleiras e os fornecedores passaram a cobrar ágio; e assim, a inflação voltou a disparar. fonte: wikipédia

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Sobre Antonio Colucci

Um corredor que escreve, 'RunPorter' e Pai do Diego. Correndo desde 2004; Escrevendo desde 2007; Pai do Diego desde 2008; Maratonista desde 2009.

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Um comentário

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