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Gillette Body Running Experience

Felipe Gillette Experience
Felipe Maldonado na ponte estaiada –

Equipe BlogeRun Fisionoesporte

Segunda-feira, 14 de março de 2016

Nos embalos de sábado a noite. Toda prova noturna é a mesma história. Balada!
A Gillette Body Running Experience não poderia ser diferente, e após uma semana chuvosa, no sábado só ameaçou chover e o clima ficou perfeito para uma corrida noturna.

A prova começou meses atrás com grande divulgação nas mídias, com PROMOÇÕES muito interessante vinculando a inscrição da corrida como brinde na compra de produtos Gillette em determinados pontos de venda e como toda prova noturna LOTOU.

O cenário escolhido foi a belíssima Ponte Estaiada, o percurso na Marginal Pinheiros, as distâncias de 5 kms ou 10 kms e muita ativação com luzes e cores para dar um destaque na escuridão paulistana.

O guarda-volumes e bicicletário estavam na rua antes da ponte, uma rua escura(e mal cuidada como toda a cidade se encontra infelizmente) e que os próprios staffs estavam com medo e pediam para os corredores retornarem o mais rápido possível ao terminar a prova. O comentário que se ouvia ao lado do guarda-volumes era porque não tinham contratado seguranças ou porque não tinha uma viatura da Polícia por perto.

Para chegar ao local da largada tinha um trânsito digno de São Paulo, só que era A PÉ.
Tiveram a brilhante ideia de afunilar e colocar FISCAIS barrando a passagem dos corredores SEM INSCRIÇÃO rumo ao pórtico de largada. Sensacional!!!!! SÓ ESQUECERAM de fechar a passagem lateral onde todos os “não inscritos” pulavam facilmente e grade divisória e ficavam melhor posicionados para a largada que os corredores inscritos.

Faltando poucos minutos para a largada o que se via era uma fila interminável querendo chegar no local da largada e não conseguiam, enquanto que os “não inscritos” estavam lá na frente bem tranquilos, bem favoráveis.

A largada descendo a ponte incentivou um início alucinante para todos, depois a reta da marginal era o local para manter ou tentar se adaptar ao vento que ora era contra ora era a favor. Quem correu os 5 kms e largou mais na frente não teve qualquer tipo de problema com o percurso ou trânsito, só teve que achar uma última energia para finalizar a prova SUBINDO a ponte. Esses corredores, assim como eu, tiveram dois momentos distintos pós chegada, um de alegria pelo ótimo tempo(MUITOS RECORDES) no relógio oficial e outro de decepção ao conferir nos GPS e descobrir faltaram 200 metros para dar os prometidos e esperados 5 kms de prova.

No relatório final é recorde, na realidade é um tempo falso, algo que tem ocorrido com ENORME frequência nas corridas como um todo.

Quem correu os 10 kms teve a largada com descida, a chegada com subida e nos GPS puderam considerar como margem de erro a distância final de acordo com os retornos e tangências feitos no percurso. Menos pior.

A ponte estreita e o afunilamento para chegar na largada fez com que a largada demorasse mais de 30 minutos para os quase 7.000 inscritos nas duas distâncias.

Após a chegada era necessário subir até o meio da ponte para receber a medalha, passando pelo kit com isotônico, toalhinha e lanche e depois caminhar rumo a dispersão ou pódio mais para cima ou descer e voltar ao guarda-volumes.

Sobre a medalha, a maioria esmagadora achou bem “fraquinha” para ser legal, os comentários ouvidos a respeito foi de decepção total. O aparelho de barbear da marca é mais bonito que a medalha da tão comentada e esperada corrida. A fita da medalha é bonita.

Essa foi a pior parte da prova. Uma área estreita onde era impossível caminhar que travou a passagem para quem quisesse subir ou descer. A aglomeração enorme causou irritação em muitos corredores que não conseguiam se mover.
Para piorar, quem precisou resolver qualquer eventualidade com os staffs(meu caso) teve que aguentar má educação e cara feia, isso porque o assunto era sério. Se fosse algo corriqueiro o risco de voar da ponte aumentaria.
Agradecimentos especiais a Flávia que resolveu tudo bem rápido e simples com boa vontade.

Por falar em VOAR na ponte, para chegar na largada e passar pelo trânsito, tinha a opção de caminhar na lateral da ponte. Medo de altura? Perigo? Será? Passa para o próximo assunto.

A corrida foi uma grande festa, algumas inovações na entrega do kit com tecnologia de QR Code nos números de peito e o chip no próprio número agradaram bastante, o recebimento do tempo da prova por SMS logo após a chegada também muito bom.

A parte ótima SEMPRE é a quantidade de amigos presente, amigos que estão em todas as corridas, amigos que há muito tempo não encontrava, amigos de todos os cantos. Essa parte da corrida não tem preço.

Paulinho e Dani Gillette
Dani e Paulinho e seus troféus

No pódio também muitos amigos que voaram pela noite paulistana, menção especialíssima para o Kiatleta/SPFC Paulinho Mesquita, 2° colocado na prova de 5kms e a Daniela Barcelos, 3ª colocada nos 10 kms que mais uma vez receberam seus belíssimos e modernos troféus com a “toca spider“.

E, mais uma vez, com tem sido corriqueiro em todas as corridas, os malandrinhos e malandrinhas cortando caminho, correndo com chip de idoso ou de mulher atrapalharam a classificação OFICIAL da corrida. Eu corri entre as primeiras colocadas da prova menor, com a pista livre, acompanhando visualmente a prova e a quinta colocada na pista foi parar em sétimo lugar no ranking final.
UMA PENA!! Falta educação e respeito em todos os cantos.

CONFIRA AQUI O RESULTADO DA GILLETTE BODY RUNNING EXPERIENCE

Algumas fotos em facebook.com/blogerun

Vamos lá, mais uma dica, ou uma consultoria totalmente grátis, como sempre.
Quer evitar a passagem dos não inscritos na área de largada? Avise antes e feche na entrada da ponte, faça a fiscalização na entrada sem grades laterais de fácil acesso. Facilite aos devidamente inscritos.
A dispersão precisa ser dividida em mão e contra-mão, caso contrário a reclamação será sempre maior.

Essas e muitas outras ideias/soluções pelo email, face ou whatsapp – pergunte-me como

#BlogeRun2016

#Colucci

 

Sobre Antonio Colucci

Um corredor que escreve, 'RunPorter' e Pai do Diego. Correndo desde 2004; Escrevendo desde 2007; Pai do Diego desde 2008; Maratonista desde 2009.

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Um comentário

  1. Foi muito bom te ver Colucci! Obrigada sempre por sua energia positiva!

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