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Nike Flyprint

No próximo domingo, na Maratona de Londres, o atleta queniano Eluid Kipchoge vai correr com a super novidade da NIKE, o Nike Zoom Vaporfly Elite Flyprint.

Será que vem recorde mundial por aí?

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NIKE LANÇA O PRIMEIRO TÊNIS DE CORRIDA COM O CABEDAL FEITO DE TECIDO POR IMPRESSÃO 3D

O Nike Flyprint foi desenvolvido a partir da coleta e análise computacional de dados dos movimentos dos pés de atletas, ela cria estruturas em escala 1:1.

Nike Flyprint é o primeiro cabedal feito de tecido por impressão 3D a ser usada num tênis de alto desempenho. Ela não é uma solução de estrutura para calçados, embora a Nike tenha um longo histórico nessa área. 

A estrutura que forma a base do Nike Flyprint é produzida num processo chamado “solid deposit modeling” (moldagem por sedimentação sólida, ou SDM). Nele, um filamento de poliuretano termoplástico (TPU) em formato de espiral é desenrolado, derretido e sobreposto em camadas.

A Nike, porém, não é uma marca que se acomoda com soluções fáceis. O método Flyprint permite que os designers transformem dados fornecidos por atletas em novas geometrias têxteis. Por isso, o Flyprint representa um salto no trabalho já realizado pela Nike com o desenvolvimento digital de tecidos, e estabelece um novo marco numa ampla trajetória de inovações exclusivas que alteram (ou hackeiam) máquinas. Esse histórico inclui revoluções como Nike Hyperfuse, Flywire e Flyknit, sempre atingindo soluções de desempenho até então inimagináveis.

O processo de desenvolvimento da peça Flyprint tem início com a coleta de dados fornecidos pelos atletas. Os dados são analisados por computadores com ferramentas de design computacional, e mostram a composição ideal do material. Em seguida, as informações são usadas para produzir o tecido final. Essa operação demonstra a versatilidade do Flyprint, já que o resultado pode ser único para cada atleta ou cada finalidade de uso. Ela também reduz drasticamente o tempo do processo de design como um todo. A impressão de alto desempenho permite à Nike avançar mais rápido e levar a precisão a um grau inédito: a fase de prototipagem é 16 vezes mais rápida do que em qualquer outro método de produção.

Um benefício interessante do tecido 3D em relação aos materiais tradicionais 2D é o dinamismo criado por uma nova interconexão nos fios, que vai além da trama propriamente dita. A natureza fundida do material representa uma imensa vantagem do Flyprint. Um exemplo: um tecido com trama costurada ou tricotada traz uma resistência imposta pelo entrelaçamento dos fios; já no tecido impresso, as intersecções fundidas asseguram uma contenção mais precisa. O Flyprint também é mais leve e ventilado do que outros materiais usados anteriormente pela Nike.

Quando o assunto é a velocidade do design, o novo método apresenta duas vantagens em relação ao processo tradicional. Em primeiro lugar, é possível ajustar localmente linhas específicas do material, sem prejudicar a estrutura como um todo. Além disso, a agilidade entre um protótipo e outro significa que a fase de testes e revisões é consideravelmente mais rápida. Resumindo: o Flyprint garante design de altíssima fidelidade, grandes benefícios para os atletas e o menor tempo de criação.

O material também funciona perfeitamente junto com outros tecidos – sobretudo com fios Flyknit –, criando o equilíbrio ideal entre caimento e estrutura. Na verdade, os fios Flyknit podem ser estruturados para se unir ao tecido Flyprint por ação térmica, eliminando a necessidade de usar cola ou pespontos.

O cabedal Nike Flyprint foi projetada para ajudar os fundistas mais rápidos do mundo a correr ainda mais rápido. Não à toa, o primeiro modelo a contar com esse material é o Nike Zoom Vaporfly Elite Flyprint. O VaporFly Elite foi criado para o queniano Eluid Kipchoge, tendo como base informações fornecidas pelo próprio atleta após a Maratona de Berlim de 2017, e partindo de uma fase-relâmpago de protótipos. A nova parte superior feita de Flyprint aprimora ainda mais o tênis e reduz o peso do calçado em 11 gramas, quando comparado ao original usado por Kipchoge.

Fonte: Assessoria Nike


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A PARCERIA ENTRE NIKE E ELIUD KIPCHOGE PARA APERFEIÇOAR

O PROCESSO DE IMPRESSÃO DE TECIDO

O maratonista mais rápido do mundo vai correr outra prova de 42 quilômetros no dia 22 de abril, em Londres. Na ocasião, o queniano vai estrear a nova versão do Nike Zoom Vaporfly Elite Flyprint.

Em setembro de 2017, Eliud Kipchoge – dono da marca mais rápida na história da maratona – correu a Maratona na Alemanha debaixo de chuva pesada e com 99% de umidade relativa do ar. A despeito das condições adversas, ele foi o primeiro a cruzar a linha de chegada depois de 42 quilômetros. O desempenho inspirador, porém, não foi suficiente para Kipchoge bater o recorde mundial, conforme queria o queniano.
Depois da corrida, os designers da Nike conversaram com o atleta para saber qual o impacto da chuva e da umidade durante a prova. Os profissionais da marca descobriram que o Nike Zoom Vaporfly Elite (modelo que ganhou fama nos pés de Kipchoge durante o projeto Nike Breaking 2) tinha absorvido água. Como a água não evaporou ao longo da maratona, o tênis ficou mais pesado. Estava claro, tanto para os designers quanto para Kipchoge, que isso não poderia acontecer novamente no futuro.

Tirando esse problema, Kipchoge afirmou que o tênis era “perfeito… perfeito de verdade”.

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Some-se a essa declaração o fato de que o Nike Vaporfly Elite e o Nike Vaporfly 4% tornaram-se os modelos dominantes no circuito das maratonas em 2017, e será possível entender por que os designers decidiram manter a estrutura do tênis e centrar esforços na criação de um novo cabedal. A equipe da Nike avaliou a possibilidade de dar um novo uso para uma parte superior de alto desempenho, impressa em 3D, com a qual já vinha experimentando. O material foi batizado de Nike Flyprint e apresentado a Kipchoge.
Os estudos para atender às necessidades específicas do queniano tiveram início para valer no começo de 2018. Os designers entraram numa fase-relâmpago de prototipagem, durante a qual milhares de possibilidades foram testadas antes de apertar o botão “imprimir”, com diversas variações para cada protótipo. Finalmente, a equipe escolheu a versão “D” para o teste nas pistas.

Em questão de horas os designers já fizeram algumas alterações. Foram necessários apenas nove dias para que a próxima rodada de amostras – os modelos “E” – chegasse ao Quênia (na verdade, a maior parte desse tempo se deveu ao prazo do frete). Pouco depois, Kipchoge testou e aprovou a versão “F”. E então finalmente ele disse que estava pronto para usar o novo modelo na Maratona de Londres.

Kipchoge fará sua próxima maratona dia 22 de abril, em Londres, usando seu Nike Zoom Vaporfly Elite Flyprint. Nesse mesmo fim de semana, uma tiragem limitada do tênis será vendida apenas em Londres, pelo Nike App.

Fonte: Assessoria Nike

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