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2 medalhas panamericanas(5.000 e 10.000m) e muita história – Elenilson da Silva

Histórias das corridas – atletismo raiz.

A Live SEMPRE CORRENDO desse domingo, 30 de agosto de 2020 na página do facebook do SempreCorrendo atrasou um pouco o início por problemas tecnológicos, por conta da conexão ruim no MS, e operador atrapalhado aqui em São Paulo, a live começou no facebook, foi interrompida, retornou no youtube e enfim quando todos estavam com conexões boas, aconteceu no facebook.

O bate-papo dessa vez foi com mais um ícone do atletismo brasileiro, o super campeão nas ruas, nas pistas e dono de duas medalhas dos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, no Canadá em 1999, Elenilson da Silva.

Mais uma vez eu tive a companhia de outro ícone das corridas, nosso amigo fotógrafo e historiador de corridas, Tião Moreira, o @tiaophotos.

CURTA facebook.com/SempreCorrendo

Elenilson veio do Mato Grosso do Sul para São Paulo literalmente com uma mão na frente e outra atrás para CORRER atrás do seu sonho.

Live SempreCorrendo – Elenilson da Silva – Ouro e Prata Panamericano

Uma prosa com Tião Moreira e Elenilson da Silva

Publicado por SempreCorrendooficial em Domingo, 30 de agosto de 2020

 

Entre muitos treinos, provas e premiações se destacou e realizou o  sonho de conhecer, treinar junto e correr com seu ídolo e Campeão da São Silvestre, José João da Silva no São Paulo Futebol Clube.

Com a estrutura do clube e o incentivo, apoio e torcida dos jogadores do time de futebol que na época foram campeões de todos os torneios que participaram, Elenilson também seguia vencendo as provas e era convocado para representar o Brasil em campeonatos no exterior.


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Live SempreCorrendo – Ouro no Pan

Elenilson da Silva – Bela Vista/MS

Na infância ia correndo até a cidade comprar cigarros para a mãe, vicio que ela largou posteriormente e talvez tenha sido onde a descoberta da corrida aconteceu.

Aos 17 anos descobriu sua aptidão para correr vencendo a primeira corrida, foi correr o estadual e chegou 4 voltas a frente do segundo colocado, isso o animou para se  inscrever nos jogos escolares onde conquistou o terceiro lugar, na frente dele estava Emerson Iser Bem que anos depois ganhou a São Sivestre quebrando a hegemonia de Paul Tergat.

A curiosidade é que Elenilson tem uma diferença de 2,5 cms no tamanho de suas pernas, ele corria com uma palmilha para equilibrar a altura.
Foi campeão de muitas provas pelo mundo afora, na pista ou nas ruas, em uma época que os adversários eram também grandes corredores que se tornaram nomes consagrados como Vanderlei Cordeiro de Lima, Emerson Iser Bem, Marilson Gomes dos Santos e Ronaldo da Costa, entre tantos. Também competiu com o entrevistado da semana passado, o Passarinho(assista aqui).

História da corrida no Brasil – João, o Passarinho – atletismo raiz

Outros tempos – pré internet

Isso tudo em uma época que para se destacar era necessário correr os 10 kms em menos de 29 minutos.

A carreira de Elenilson teve várias passagens e histórias com muitos amigos, incluindo o Tião onde eles nos contam causos por todos os cantos do Brasil, Sempre Correndo e fotografando.

Em uma época que hoje chamamos de RAIZ, Elenilson nunca utilizou um GPS para marcar seus treinos e provas, não existia tanta tecnologia e tanto suporte para os atletas e o apelido dele no parque e nas provas era Batatinha porque sempre carregava suas batatinhas para o pré, durante e pós treino.

Depois de passar tantas dificuldades, vencer  em São Paulo, representar o Brasil e conquistar as medalhas panamericana, resolveu aposentar das provas e voltar para Bela Vista no Mato Grosso do Sul, 350 kms da capital Campo Grande, já quase no Paraguai para ficar com a família, cuidar e curtir seu pais.

Atualmente é massoterapeuta em Bela Vista/MS e continua correndo por diversão.

Uma diversão ainda muito rápida, me convidou para um trote de 5 kms em 17 minutos. Aceitei, mas vou de bicicleta se for no plano ou descida, se tiver subida vou precisar de um motor.

A única corrida que ficou atravessada na carreira de Elenilson foi a São SIlvestre, o dia 31 de dezembro e a cobrança que ele tinha sobre a prova nunca permitiram uma boa performance, um resultado condizente aos tempos que ele conseguia nas provas classificatórias ou mesmo nas posteriores.

O dia 31/12 e a São Silvestre foram uma barreira que ele não conseguiu superar em uma época que ninguém imaginava que poderia existir a psicologia do esporte ou qualquer coisa do tipo.

PARA PENSAR: Hoje em dia qualquer um por aí é ou tem um COACH, um GPS ou um tênis com placa de carbono, acompanhamento de pscicólogo, nutricionista, suplementos e sei lá o quê e não chega nem perto dos tempos que eles alcançavam.

Obrigado Elenilson

Na época que você voava pelas pistas e ruas, eu nem imaginava o que eram as corridas, não acompanhava nada de atletismo e só conhecia a corrida de São Silvestre pela televisão. O time de futebol que jogava enquanto você treinava eu acompanhava, mas atletismo eu nem sabia que tinham as corridas de rua.

A LIVE NO YOUTUBE com problemas técnicos – assista abaixo

 

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Confira a entrevista, a resposta e se ainda não assinou, ASSINE o canal.

 

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Sobre Antonio Colucci

Um corredor que escreve, 'RunPorter' e Pai do Diego. Correndo desde 2004; Escrevendo desde 2007; Pai do Diego desde 2008; Maratonista desde 2009.

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