terça-feira , 20 agosto 2019
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Wings For Life – recordes, problemas e desculpas

Nesse domingo aconteceu a Wings For Life World Run simultaneamente em 23 países. No Brasil, a prova foi na capital federal. Brasília recebeu os corredores com percurso diferente dos anos anteriores, onde quem atingisse os 25 kms, entraria em uma segunda volta fugindo do catcher car pilotado por Cacá Bueno.

Alguns atletas relataram que foram encaminhados para um percurso errado, acabaram correndo mais kms que não foram computados e dessa forma não foram capturados pelo carro. Outros problemas relatado foram a falta de hidratação no percurso e a falta de medalhas.

Sobre as medalhas e a hidratação a organização se retratou através do canal da prova no facebook.

Especial – Wings For Life

Confira abaixo o comunicado e os ganhadores da prova no Brasil e o campeão geral.

Com recorde de inscritos, a quarta edição da Wings For Life World Run teve como vencedor o sueco Aron Anderson, que percorreu 92,14km em Dubai.

A prova que aconteceu em 23 países simultaneamente.

Cadeirante supera 111 mil atletas e vence quarta edição da Wings For Life World Run

Prova global vencida pelo sueco, que se inscreveu em Dubai, arrecadou 6,8 milhões de euros para pesquisas que buscam a cura da lesão na medula espinhal

Mais de cento e dez mil atletas de 24 cidades, em 23 países diferentes participaram, neste domingo, dia 7 de maio, da quarta edição da Wings For Life World Run. Além deles, outras 45 mil pessoas de 35 países diferentes contribuíram para a causa, totalizando mais de 155 mil inscrições.

Única corrida global do mundo, a Wings for Life World Run se destaca por ser uma corrida que busca arrecadar fundos para a lesão da medula espinhal – este ano foram arrecadados 6,8 milhões de euros (23.76 milhões de reais) – e por ser uma corrida sem linha de chegada em que os participantes tem que ser ultrapassados pelo catcher car para serem eliminados.

A prova foi vencida pelo cadeirante sueco Aron Anderson, que participou em Dubai, nos UAE, e percorreu 92,14km, novo recorde da competição. Ele foi o último a ser alcançado entre todos os participantes, superando Bartosz Olszewski, da Polônia, que correu em Milão, na Itália e alcançou 88.24km. Entre as mulheres, a vencedora foi a polonesa Dominika Stelmach, que estava em Santiago, no Chile, e percorreu 68.21km.

“Eu tive um câncer aos sete anos e, desde então, sou cadeirante. Vencer esta prova hoje, competindo contra mais de cento e cinquenta mil pessoas é a sensação mais especial da minha vida. E ainda mais trabalhar por essa causa que me alimenta o sonho de voltar a andar”, comentou Aron.

No Brasil, Luis Felipe Barboza ganhou entre os homens, percorrendo 58.88 km, e a curitibana Letícia Saltori conquistou o bicampeonato entre as mulheres, com 44.93 km. Letícia, que já havia vencido a prova no ano passado, quase ficou de fora da competição este ano.

“Eu ia correr na Polônia, mas aí tive que participar de uma outra prova em Guarapuava no último sábado (06) e acabei não conseguindo ir a tempo. Meu marido foi, competiu lá e eu vim disputar no Brasil de novo. Por isso, acabou sendo uma prova muito mais dura do que ano passado, mas estou muito feliz com mais essa vitória”, comentou.

Outros atletas brasileiros das mais diferentes modalidades também estiveram competindo para apoiar a causa. Entre eles, o embaixador Fernando Fernandes, o medalhista de ouro olímpico Bruno Schmidt, a ultramaratonista Fernanda Maciel, o triatleta Igor Amorelli, o surfista de ondas grandes Pedro Scooby, o atual campeão da Stock Car Felipe Fraga, o piloto de parapente acrobático Rafael Goberna e o surfista Matheus Herdy. O pentacampeão da Stock Car Cacá Bueno foi responsável por dirigir o catcher car.

“Parabéns a todas as pessoas, a todos os locais que participarm, doaram e se voluntariaram”, disse a CEO do instituto Wings For Life Anita Gerhardter. “Só de participarem de um simples desafio como este hoje, vocês deram esperança a pessoas que sofrem inúmeros desafios todos os dias. Os fundos que vocês levantaram farão com que pesquisadores de primeira linha possam continuar buscando a cura da lesão na medula espinhal”.

Red Bull

Fotos: Red Bull/divulgação

::: COMUNICADO OFICIAL :::

A gente gostaria de pedir desculpas para alguns dos corredores que deram tudo de si e no final da prova ficaram sem suas medalhas. Tivemos um problema logístico e agora faremos o envio a partir da semana que vem para os endereços cadastrados de cada um (caso não esteja completo entraremos em contato via telefone e e-mail).

Também estamos cientes de que houve problemas na distribuição de água em alguns pontos de hidratação. Iremos averiguar a falha para garantir que isso nunca mais aconteça nas próximas edições. As críticas são bem-vindas e estamos com todas guardadas para mantermos a excelência da Wings For Life World Run, que já está em sua quarta edição no Brasil.

Obrigado a todos os competidores e parabéns pelos resultados. Ao todo, foram mais de 111 mil participantes no mundo, percorrendo mais de um milhão de quilômetros em busca deste objetivo.

Vamos continuar correndo juntos por aqueles que ainda não podem. Até 2018!

Wings for Life World Run

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Sobre Antonio Colucci

Um corredor que escreve, 'RunPorter' e Pai do Diego. Correndo desde 2004; Escrevendo desde 2007; Pai do Diego desde 2008; Maratonista desde 2009.

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